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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Aposto que quem você quer ser está menos no passado do que no futuro

“Vá ao seu armário e olhe pra dentro dele. Por que razão emocional você guarda coisas antigonas? Memórias? Potencial? Incentivo pra si mesma? Medo? Aspiração? Conforto? Cada uma de nós tem uma super lista de razões – mas quando a gente olha pro armário das amigas, o que a gente vê? COISAS! Ou um vestido velho ficando ainda mais velho, uma minisaia de couro com a etiqueta do preço da época, roupas de ginástica desbotadas, coisas antigas, desatualizadas. Pras suas amigas essas coisas parecem ter valor, do mesmo jeito que aquela bolsinha vermelha com alça estourada parece ter valor pra você. Na analise final, as suas coisas e as dela são iguais: não tem propósito as sua vida de todo dia, do presente. Coisas velhas são o seu passado. O futuro é agora, hoje, e ta cheio de possibilidades (no vestir) incríveis.” O pensamento é do livro “I don’t have a thing to wear” e vale para todos.

Todos possuem no guarda-roupa algo que tem um valor sentimental, que trás uma lembrança boa e faz com que nós não nos desfaçamos de tal peça e/ou objeto. Mas temos que tomar cuidado para não guardar “tralhas”, coisas sem história, sem importância para nós, roupas que compramos e nunca usamos, pois elas também podem nos trazer lembranças ruins e ficar “empatando” a nossa vida.

Então é preciso abrir espaço para o novo, sem que esqueçamos do passado, guardando as peças mais sentimentais, mas não as que vão apenas ocupar espaço, e sim a que nós possamos usar e ter novas lembranças e histórias com ela, que talvez seja ainda mais especial. Desapegar-se é preciso, aceitar as mudanças e a evolução natural da vida, e claro, da moda.


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